Chegamos ao meio da disciplina. Este é um momento que merece pausa, não para descanso, mas para o movimento que talvez seja o mais exigente da vida acadêmica: olhar para si mesmo como aprendiz.
Já exploramos os fundamentos teóricos das tecnologias digitais no ensino, as interfaces, os dispositivos, as possibilidades e os limites. Mas o que tudo isso fez com o seu pensamento? O que você trouxe para a sala e o que você está levando dali?
Perguntas para você se provocar:
→ O que você de fato aprendeu até aqui — não apenas o que você estudou, mas o que mudou na sua forma de pensar?
→ Como você se posiciona diante da dinâmica do PBL? Você chegou preparado/a? Argumentou com base em evidências? Ou ainda resiste a sair do senso comum?
→ Mestrado e doutorado exigem mais do que ler: exigem problematizar. Você está problematizando ou apenas consumindo conteúdo?
→ Seu portfólio conta a história do seu processo — ou é só um registro burocrático? Há voz, há dúvida, há movimento intelectual nele?
→ O que ainda te falta — em leitura, em participação, em coragem intelectual — para chegar forte na segunda metade?
A tarefa: escreva no seu e-portfólio uma entrada de autoavaliação de meio de disciplina. Não precisa ser longa; precisa ser honesta. Reflita sobre sua trajetória até aqui, nomeie o que aprendeu, reconheça o que ainda está em construção e escreva o que você se compromete a fazer na segunda metade. Depois, envie o link da postagem para um dos colegas que você vai escolher para ler e analisar sua auto-avaliação (antes de começarmos a aula desta segunda-feira (06/04/2026).
Lembre: o portfólio não é um relatório de atividades. Ele é o espelho do seu crescimento como pesquisador/a. Que imagem ele está refletindo?
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